No dia 10 de agosto, a Eccox reuniu seus colaboradores para uma tarde dedicada àquilo que está no centro da sua trajetória: as pessoas, a cultura e as relações que ajudam a construir a empresa todos os dias.
Realizado no Grupo Acelerador – Sala São Paulo, em Alphaville, o Cultura Eccoxer foi criado para proporcionar um momento de encontro entre os colaboradores, fortalecer vínculos e celebrar a história construída ao longo dos anos.
Quem o conhece costuma associá-lo imediatamente ao mainframe, ao COBOL, aos produtos da Eccox ou às discussões técnicas que atravessam décadas de evolução da computação corporativa.
A característica que melhor o define, no entanto, é outra. Ronaldo nunca deixou de ser um aprendiz.
A modernização de mainframe costuma ser vista como um projeto de longo prazo, com retorno diluído e risco elevado. Para CFOs e CTOs, isso criou uma percepção recorrente: modernizar é necessário, mas o impacto financeiro demora a aparecer.
O problema é que essa leitura parte do lugar errado. O maior custo não está na transformação em si, mas no que sustenta o ciclo de desenvolvimento hoje.
A modernização de mainframe costuma ser vista como um projeto de longo prazo, com retorno diluído e risco elevado. Para CFOs e CTOs, isso criou uma percepção recorrente: modernizar é necessário, mas o impacto financeiro demora a aparecer.
O problema é que essa leitura parte do lugar errado. O maior custo não está na transformação em si, mas no que sustenta o ciclo de desenvolvimento hoje.
A modernização de mainframe costuma ser vista como um projeto de longo prazo, com retorno diluído e risco elevado. Para CFOs e CTOs, isso criou uma percepção recorrente: modernizar é necessário, mas o impacto financeiro demora a aparecer.
O problema é que essa leitura parte do lugar errado. O maior custo não está na transformação em si, mas no que sustenta o ciclo de desenvolvimento hoje.
A maior parte das pessoas nunca vai pensar sobre o que acontece entre um Pix enviado e um Pix recebido e esse é justamente o ponto. Existem tecnologias criadas para aparecer e outras cuja missão é impedir que o mundo pare.
O mainframe sempre pertenceu ao segundo grupo. Ele não está no feed, não vira tendência, não entra em debates sobre “o futuro da tecnologia”.
Por anos, a operação em mainframe foi organizada em torno de uma premissa simples: o dia processa, a noite consolida. A janela batch era o momento de fechamento, reconciliação e reorganização do sistema. Esse modelo funcionou, até o volume deixar de respeitar o relógio.
Hoje, com Pix, Open Finance e aplicações disponíveis 24 horas por dia, o processamento não desacelera. Ele continua crescendo enquanto a janela desaparece.
A discussão sobre modernização de mainframe, por muito tempo, vinha sendo conduzida como uma escolha binária: manter o legado ou migrar para algo novo. Acontece que a realidade dos ambientes de missão crítica nunca funcionou dessa forma.
Os sistemas que processam pagamentos, movimentam contas correntes e sustentam operações financeiras continuam executando bilhões de transações dentro do mainframe. O que mudou foi a expectativa em torno da velocidade com que essas aplicações precisam evoluir.
Por muito tempo, a estratégia dominante de segurança foi proteger o perímetro da infraestrutura. Firewalls, redes segmentadas, controle de acesso. Camadas externas tentando proteger algo que, no fundo, continua vulnerável na sua própria arquitetura. Esse modelo não se sustenta mais.
É justamente para ajudar as organizações a superar esse desafio que a Eccox passa a oferecer ao mercado brasileiro o OPTIMAn, solução da 21CS voltada à gestão inteligente de desempenho, capacidade e custos em ambientes IBM Z.








